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Todo mundo fala da ressaca do corpo… mas quase ninguém fala da ressaca da mente. Depois do Carnaval, muita gente sente um vazio estranho. Tristeza sem motivo, ansiedade, irritação, vontade de sumir, choro fácil. E aí vem a culpa: “Mas eu me diverti, por que eu tô assim agora?” Porque seu cérebro também cansa. Pouco sono, excesso de estímulos, álcool, quebra de rotina… tudo isso bagunça seus neurotransmissores. Isso não é fraqueza. Isso é biologia. Se depois da folia você não voltou ao normal em alguns dias, talvez você não precise de mais força… precise de ajuda. Aqui a gente te escuta sem julgamento. Cuidar da mente também é autocuidado. Agende sua consulta com o psiquiatra.
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Pode listar as que são pra você
“Tem muita gente que acha que inteligência emocional é viver como se a vida fosse um morango, né? Como se fosse só ver o lado bom de tudo e pronto. Mas… não é assim que funciona.” “Inteligência emocional não é fingir que tá tudo bem. Não é sorrir pra tudo, nem ignorar problema.” “Na verdade, inteligência emocional é entender que vai ter situação desagradável, vai ter angústia, vai ter dia difícil… e que tudo isso faz parte da vida.” “É saber reconhecer essas emoções e aprender a lidar com elas sem se culpar e sem se destruir por dentro.” “Cada emoção existe por um motivo. A raiva mostra que algum limite foi ultrapassado. A tristeza aponta algo que precisa ser cuidado. O medo te protege. A alegria te conecta com o que faz sentido.” “Educar nossas emoções não é tentar apagar nenhuma delas. É aprender a escutar o que cada uma está tentando dizer.” “E isso é um processo. Requer treino, autoconhecimento e, muitas vezes, ajuda profissional.” “Então, na próxima vez que alguém disser que é só ‘ver o lado bom’, lembra: inteligência emocional não é viver num conto de fadas. É saber navegar a vida real, com seus altos e baixos.”
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Gravar os takes iguais
Sistema de Aprovação de Roteiros - LUIZ BASTON